Relação do homem com a água é abordada em exposição no Parque do Ibirapuera

Uma exposição que será aberta ao público na sexta-feira (26), em São Paulo, vai tratar de um assunto que preocupa cada vez mais o planeta: a relação do homem com a água.

O prédio da Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, foi inundado por uma exposição todinha inspirada na água. Ela é mostrada de um jeito que a gente nunca viu, como a mecânica do balanço do mar.

Tudo é proposto para encher o público de sensações e conscientizar sobre o racionamento, a pesca predatória, a poluição de nossos mananciais.

Dá para caminhar numa instalação que lembra um espelho d’água, contemplar a beleza da chuva sem se molhar ou mergulhar em piscinas onde a água não é real, é projeção.



Encaramos a representação de um drama que se repete todos os anos em varias partes do país. Uma casa, toda de papelão e madeira, construída provavelmente numa área de risco, está prestes a desabar. E dentro dela, sensações muito fortes, como o barulho do trovão, os raios fora da casa, a água da chuva fortíssima no teto e tem, até, goteira. A água na sua face mais assustadora.

“No Japão, se a gente fosse fazer exposição sobre uma coisa que está na cabeça de todo mundo, como desastre, seria terremoto. Se fosse Indonésia, seria um tsunami. No Brasil, é enchente”, explicou o curador da exposição, Marcelo Dantas.

Na exposição, o fundo do mar foi parar no teto. Graças a uma animação. Projetores sofisticados mostram o lugar aonde o homem ainda não chegou, a fronteira submarina.

E um detalhe muito interessante, muito legal sobre essa exposição: os 15 mil litros de água usados na mostra vão ser reaproveitados.

Fonte: G1



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